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Paulo Câmara cobra mais parceria da União no combate à violência

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Governador diz que União precisa dar prioridade à discussão sobre o tema



O governador Paulo Câmara (PSB) cobrou mais ação do governo federal nas ações de combate à violência, mas não endossou abertamente a proposta de criação de um ministério da Segurança Pública. O projeto é defendido pela Frente Parlamentar de Segurança Pública, composta por deputados da chamada "bancada da bala". Nesta quarta-feira, o presidente Michel Temer (PMDB) evitou se comprometer com qualquer garantia de que a proposta pode avançar.

“Sou simpático à priorização dessa discussão (da segurança) no âmbito da União. Sabemos que o enfrentamento da violência passa realmente por uma política de combate ao tráfico de drogas e ao desarmamento da população e precisamos da União nessas duas tarefas. Se com ministério ou não é uma discussão que a gente tem que ver”, declarou após um evento no Palácio do Campo das Princesas nesta quarta-feira.

Também, nesta quarta-feira, ao tratar da Segurança Pública em Pernambuco, o governador disse que a comemoração de detentas com drogas e álcool em uma festa na Colônia Penal Feminina do Recife é inadimissível.

Ao ser questionado se a parceria do Estado é mais afinada com o governo Michel Temer do que era na gestão Dilma Rousseff (PT), Paulo evitou responder de forma enfática, mas disse que agora “está conseguindo destravar algumas coisas”. O governador citou como exemplo a ajuda financeira para avançar com obras hídricas e a assinatura, ontem, de um termo de compromisso para liberar R$ 47,7 milhões para ações de desenvolvimento rural.

EMPRÉSTIMO

Paulo Câmara também evitou bater de frente com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que, recententemente, sinalizou que pode suspender a autorização para que os Estados tenham acesso a operações de crédito (empréstimos junto a instituições de financiamento nacionais e internacionais que só podem ser feitos com o aval do governo federal). Pernambuco está na fila para ter acesso a R$ 600 milhões.

“Não acho que isso vai acontecer. Pernambuco não vai se endividar por se endividar, mas precisa desse crédito de R$ 600 mihões que já está no nosso programa de ajuste fiscal porque eu preciso concluir obras paradas e que estão em andamento. Essas obras vão gerar emprego e renda e ajudar o País. O governo federal precisa priorizar o Nordeste porque a desigualdade aqui é muito grande ”, declarou o governador.

De acordo com a secretaria estadual da Fazenda, a gestão Paulo Câmara iniciou, no final de 2016, contatos com “agentes financeiros diversos para negociar novas contratações”. Na prática, o governador demandou a equipe para encontrar as melhores taxas e condições de pagamento para os empréstimos engatilhados.

Do BelmonteDIÁRIO com informações do jc online
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