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Humberto: Aliança de Armando com a oposição é 'equívoco'

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Após o ex-presidente Lula defender o diálogo com o PSB e o senador Armando Monteiro (PTB), antes de o PT decidir bancar uma candidatura própria ao governo do estado, neste ano, o senador Humberto Costa (PT) afirmou que o partido não deve estabelecer “veto de conversar com quem quer que seja”. Porém, colocou que o petebista “está cometendo um grande equívoco ao se aliar a esses segmentos da direita” em Pernambuco.

De acordo com o ex-presidente, a legenda deve dialogar com outras forças políticas, mas sem descartar a possibilidade de marchar sozinha. Na visão de Humberto, a colocação foi feita de forma “genérica”. “Nunca estabelecemos qualquer veto de conversar com quem quer que seja. Eu já conversei várias vezes com Armando. Lula já o recebeu mais de uma vez para conversar sobre Pernambuco. O presidente colocou de uma maneira muito genérica”, disse.

Mas, para o senador, o caminho trilhado por Armando, que se aproximou do bloco oposicionista integrado por figuras como o ministro da Educação Mendonça Filho (DEM), o deputado federal Bruno Araújo (PSDB), o ministro das Minas e Energia, Fernando Filho (MDB) e o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB), é um “equívoco”. “Pessoalmente acho que Armando esta cometendo um grande equívoco ao se aliar a sesses segmentos da direita de 500 anos aqui em Pernambuco e que é tão retrograda que não aceitavam sequer Miguel Arraes. Além de o partido estar dando suporte ao governo de Temer”, frisou.

Por isso, Humberto acredita que a conversa com o petebista não deve avançar. “Mas de minha parte estou sempre aberto. Tenho por Armando muito respeito e admiração”, relativizou.

Aproximação com o PSB

Ao falar sobre as chances de o PT caminhar junto com o PSB, o senador pontuou que, hoje, “eles hoje são como nós, de oposição a Temer e estão contra as reformas. Mas por outro lado, temos um contencioso de algum tempo, que foram as eleições de 2012, de 2014 e 2016. Além da posição do PSB no processo de impeachment de Dilma. Temos que superar essas coisas para poder imaginar a possibilidade de uma aliança. Hoje o que prevalece é uma posição de termos um candidato. No cronograma do partido agora em março abril vamos decidir se teremos ou não aliança com alguma força politica de Pernambuco. E depois, se passar essa proposta, vamos discutir as condições”, disse.

Fonte: Blog da Folha/PE
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